
"É o melhor goleiro do Brasil: Bruno", gritava a nação rubro-negra. "Bruno é ídolo e monstro", bradou um delegado. O craque do Flamengo foi da glória ao abismo, que se abriu na frase do chefe do Departamento de Investigações da Polícia Civil de Minas Gerais. Depois de demonstrar confiança, chegando a afirmar que iria "rir muito de tudo isso", a ficha caiu e acionou a tristeza. Eliza Samudio, uma ex-namorada, desapareceu e ele é acusado de planejar sua morte. Sentiu o mundo mudar. Está preso.
O jogador acordou, nesta segunda-feira, com gripe e tosse fortes. Seu estado de saúde inspira cuidados. De acordo com o boletim da Secretaria Estadual de Defesa Social, ele teve tontura e náusea. Precisou de remédios à base de paracetamol e vitamina C. Acostumado a refeições personalizadas, elaboradas pelos nutricionistas de seu clube, Bruno viu em suas mãos uma amostra do novo mundo: arroz, feijão, carne de boi, farofa, salada de tomate com cenoura e suco de laranja. Doce de leite ou pé de moleque foi o que restou do mundo açucarado no qual vivia.
Sua pequena área foi reduzida dos cem metros quadrados dos campos para os seis metros quadrados da cela da Penitenciária Nelson Hungria, em Nova Contagem. O olhar acompanhou a decadência. Bruno é vaidoso. No ano passado, vibrou quando a marca de material esportivo Olympikus criou uma camisa personalizada com seu autógrafo no peito. Quando chegou a Belo Horizonte, na última quinta-feira, com a delegada assistente da Delegacia de Homicídios de Contagem, Alessandra Wilque, mesmo preso e sob vaias, o jogador ainda estava com roupas e tênis de grife. Esbanjou confiança, com peito aberto e olhar fixo nos olhos de quem o esperava. No dia seguinte, trajando o vermelho do sistema prisional, baixou a guarda.
O jogador acordou, nesta segunda-feira, com gripe e tosse fortes. Seu estado de saúde inspira cuidados. De acordo com o boletim da Secretaria Estadual de Defesa Social, ele teve tontura e náusea. Precisou de remédios à base de paracetamol e vitamina C. Acostumado a refeições personalizadas, elaboradas pelos nutricionistas de seu clube, Bruno viu em suas mãos uma amostra do novo mundo: arroz, feijão, carne de boi, farofa, salada de tomate com cenoura e suco de laranja. Doce de leite ou pé de moleque foi o que restou do mundo açucarado no qual vivia.
Sua pequena área foi reduzida dos cem metros quadrados dos campos para os seis metros quadrados da cela da Penitenciária Nelson Hungria, em Nova Contagem. O olhar acompanhou a decadência. Bruno é vaidoso. No ano passado, vibrou quando a marca de material esportivo Olympikus criou uma camisa personalizada com seu autógrafo no peito. Quando chegou a Belo Horizonte, na última quinta-feira, com a delegada assistente da Delegacia de Homicídios de Contagem, Alessandra Wilque, mesmo preso e sob vaias, o jogador ainda estava com roupas e tênis de grife. Esbanjou confiança, com peito aberto e olhar fixo nos olhos de quem o esperava. No dia seguinte, trajando o vermelho do sistema prisional, baixou a guarda.
agr elle vaai jogaar no time do presidioo , kkkkk nãawn booy elle num e humano nãao poow , faazer isso e phodaa .
ResponderExcluir^^ née isso veey , negocio de mané msm --'
ResponderExcluirela aperriou mt a vida dele vum , além dele não precisar fazer isso $:
ResponderExcluirlevo gaia de Cristiano Ronaldo , kkkk'
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